segunda-feira, 13 de julho de 2009

Capítulo 1 - O segredo

Aii galeera!! O primeiiro capítulo da série: E que seja eterno... Leiiam e comentem... Depende de vc's eu contiinuaar postandoo akii.
................................................Beijoos... Esperoo que gosteem!!

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Abri os olhos preguiçosamente. Os raios de sol que ultrapassavam minha janela deixaram-me por um segundo cega. Os pássaros gorjeavam alegremente lá fora e a natureza acabara de acordar junto comigo. Apoiei-me nos cotovelos e, clinicamente, passei o olhar por todo o quarto, aparentemente, estava tudo normal. (Detalhe que meia noite Victória e Genevive me ligaram, me acordaram e eu demorei muito para conseguir voltar a dormir, aff! Mas eu as amo mesmo assim!)
Saí da cama, abri a janela e me debrucei sobre o seu peitoril. O vento me deu as boas-vindas e acariciou meu rosto delicadamente. Com esse toque fechei os olhos me concentrando em cada som a minha volta, era uma verdadeira música para meus ouvidos.
Inspirei profundamente e senti um cheirinho de café fresco acompanhado de... de... Pão de queijo novinho, aparentemente tinha acabado de sair do forno. Isso é estranho, porque... Desde quando eu consigo identificar o cheiro de alguma coisa?
Abri os olhos e vi uma borboleta pousando na minha mão. O bater de suas asas fez cócegas em mim. Ela era linda! Tinha um tom de azul bem claro rajada com lilás. De repente, um arrepio percorreu minha espinha. Assustei-me e a bela borboleta levantou vôo, que pena.
Senti um par de olhos sobre mim. Olhei a rua deserta e avistei o Raphael em frente a minha casa me observando atentamente. Uma certa expressão de surpresa e interesse passou pelo seu rosto.
Um rubor visitou minhas bochechas, dei-me conta de que estava só de baby-doll. Fechei a janela rapidamente e me abaixei recostando minha cabeça na parede. Que vergonha! Nem lembrei que eu ainda estava de pijama.
Troquei de roupa rapidamente e desci as escadas saltitando. Ouvi uns barulhos na cozinha e me dirigi a ela. Eu estava meio ansiosa, o que será que eu iria ganhar?
- Parabéns pra você! Nessa data querida! Muitas felicidades! Muitos anos de vida! – meus pais cantarolaram entusiasmados para mim.
- Oun... Obrigado! – abracei-os.
- Meu bebê já está fazendo dezoitos aninhos. – minha mãe choramingou.
- Mãe, pára com isso. – eu falei como qualquer adolescente.
Percebi que na mesa estava o café da manhã, meus pais preparam tudo que eu gostava. Pão de queijo quentinho (aquele que eu senti o cheiro mais cedo, que sinistro!), pão de sal, leite com Nescau, suco de uva, morangos com creme de leite, entre outras delícias.
Comi mais do que o normal e quando terminei fui lavar a louça que eu e meus pais sujamos. Lavei, sequei e guardei tudo bem lentamente. Enquanto isso eu estava ouvindo uns sussurros vindos da sala, se eu tivesse forçado meus ouvidos, creio que teria conseguido ouvir o que estava sendo falado, mas preferi não invadir a intimidade dos meus pais, porque dependendo do que eles estivessem falando eu certamente não ia me sentir bem em ouvir.
Uma mão tapou os meus olhos, era meu pai. Como ele chegou tão rápido aqui? Agorinha ele estava na sala conversando sei lá o que com a minha mãe. É... Hoje as coisas estão meio estranhas, mas deve ser só impressão minha.
Meu pai me guiou para o quintal e minha mãe colocou em minhas mãos alguma coisa para eu segurar. Tateei e descobri que era uma chave de carro. Oh! My God! Será que é o que eu estou pensando?
- Preparada? – perguntou meu pai.
- Depende... – respondi.
- Ah! Eu tenho certeza que sim! – ele falou tirando a mão dos meus olhos.
Minha visão, a princípio, ficou meio embaçada. Eu não conseguia acreditar no que eu estava vendo. Pisquei, pisquei e pisquei, até ter certeza de que não era uma alucinação.
- Feliz Aniversário! – meus pais gritaram me dando os parabéns novamente.
Um lindo e brilhoso Newbeatle estava estacionado perto ao meio-fio. Tinha um enorme laço branco no teto contrastando com o seu vermelho sangue.
- É demais! Muito obrigado! Eu amo vocês! – agradeci meus pais com um gritinho agudo e corri para abraçá-los com força, tanta força que até deu para ouvir um estalar da costela de minha mãe.
Ops.... Espera um pouquinho. Um estalar de costela? Eu consegui ouvir? Eu consegui fazer a costela da minha mãe estalar? Nossa! Definitivamente está acontecendo alguma coisa, mas deixa pra lá, a emoção de ganhar um carro é mais forte que isso.
Sai para dar uma volta, foi ótimo sentir o vento batendo no rosto e bagunçando o meu cabelo, e ao mesmo tempo, isso serviu para eu me despedir da minha amada Paris. Semana que vem eu estaria partindo para Bruxelas, a capital da Bélgica, vou estudar ballet na Companhia de Dança Durkein. O método ensinado lá é o russo, um dos melhores.
Estou me preparando psicologicamente para essa viagem, um país desconhecido... Sempre fui muito sozinha devido eu ser filha única, mas ainda bem que eu tenho a Victória e a Genevive, elas são minhas melhores (e únicas) amigas, só que eu ainda confio mais nos meus pais.
Descrever as pessoas que me deram a vida é uma coisa muito fácil para mim. Minha mãe, Louise Spenser; tem a pele extremamente branca; é alta; magra; meiga; sensível; com feições de um anjo; não sei por que, seus olhos vivem mudando de cor; seus cabelos se parecem muito com os meus só que maior, eles batem um pouco abaixo da cintura e têm um corte repicado. Meu pai, Douglas Spenser; é um homem forte; musculoso; cuidadoso; romântico; um verdadeiro gentleman; foi dele que eu herdei os meus olhos; seus cabelos são lisos, com um tom meio avermelhado e sempre estão com um ar de desarrumado, na verdade meu pai é um gato!
Eu, por sua vez, sou a mais feinha da minha família (nossa! Grande família, um pai, uma mãe e uma filha). Tenho 1.60 metros de altura; meus cabelos são ondulados, batem no meio das costas e tem um tom castanho escuro com suaves mechas castanho claro; meus olhos parecem duas jabuticabas, são um castanho bem escuro tendendo para o roxo (essa é a parte do meu corpo que eu mais tenho orgulho); minha boca é fina, mas é bem delineada; meu corpo é em forma de violão e tudo bem rígido devido as aulas de ballet; sou magrinha (como toda bailarina deve ser), mas tenho uma coxas avantajas; seio que é bom, nada.
Toco piano desde os cinco anos de idade e danço desde os três. Com as aulas de piano, um ano depois vieram as de canto. Já fiz vários recitais e todos dizem que minha voz é linda, mais uma coisa para eu me orgulhar já que minha aparência não é lá essas coisas.
Parei no sinal vermelho e do nada apareceu um menino lindo em frente ao meu carro, falando que queria casar comigo, mas ele estava bêbado. Depois ele foi cambaleando para o horizonte se perdendo nas cores do crepúsculo. Me acabei de rir, definitivamente nunca vou esquecer isso.
Epa... O que eu disse? Crepúsculo? Nossa! Já está na hora de voltar para casa.
Chegando em casa, ela estava deserta, então fui correndo para o meu quarto ligar meu computador para entrar no MSN e dizer à Genevive e a Victória (elas respiram o Messenger) as novidades, elas pirariam. Eu iria sentir muita falta delas. Elas me compreendem e só com elas que eu consigo realmente extravasar. As melhores fofocas, os melhores micos, as melhores risadas, enfim, tudo de bom.
Enquanto eu aguardava a lesma do meu PC conectar, percebi um DVD em cima da minha cama, estava embrulhado em papel de presente. Quando abri estranhei, não tinha capa e não havia nada escrito. Resolvi assistir e matar minha curiosidade.
Era um vídeo caseiro da minha mãe, pela cor da parede atrás dela, provavelmente fora gravado em seu quarto. Ela estava linda como sempre, mas sua expressão preocupada, então ela começou a falar.
“Natalie, meu luar mais perfeito. Como você pôde ver, não estamos em casa, resolvemos sair para te deixar enlouquecer – se isso for necessário – sozinha.
“Bem... Venho por meio deste vídeo lhe contar a real história de amor minha e do seu pai. Sei que você já ouviu muitas versões, mas nenhuma era verdadeira, estávamos tentando lhe privar de uma dor de cabeça, mas chegou a hora e adiar não é mais possível.
“Em 1939, quando a 2ª Guerra Mundial eclodiu, eu e minha família nos encontrávamos na linha de fogo das batalhas. Não tínhamos para onde ir, então continuamos ali, pedindo a Deus para guardar nossas vidas.
“Num dia, eu estava no campo procurando lenha para conseguir acender a fogueira da nossa humilde casa. Quando de repente um soldado nazista apareceu na minha frente arfando intensamente. Ele tinha roupa e boca escorrendo sangue. Me assustei muito, mas tentei não fazer movimentos muito bruscos, porque eu não sabia qual a real intenção dele.
“Fui chegando para trás lentamente, para esquivar-me dele. Dei uma piscada rápida e bati as costas contra algo duro, me virei para olhar o que estava empatando o meu caminho. Eu não conseguia acreditar que aquilo realmente estava acontecendo, era ele. “Como ele chegou aqui tão rápido?” Eu me perguntava.
“Seus olhos estavam negros, sua respiração eufórica e seu coração acelerado. Fiquei paralisada no meu lugar, eu realmente não sabia o que fazer. E se ele avançasse em mim? Dito e feito. Ele foi avançando graciosamente em minha direção, apesar de seu tamanho, ele era bastante suave com seu andar. Eu estava apavorada.
“Ele se jogou em cima de mim, eu cai e bati a cabeça num tronco de árvore. Foi o pior dia da minha vida. Ele abusou de mim. Até hoje eu sinto aquelas mãos passando por todo o meu corpo esfomiadamente. Jamais esquecerei o rosto dele.
“Quando eu não agüentava mais, senti uma mordida suave no meu pescoço e ao mesmo tempo em que o meu sangue satisfazia aquele animal, algo começou a fluir para dentro de mim. O veneno.
“Satisfeito, o rapaz me deixou jogada no meio do campo para morrer. Provavelmente ele me achou fraca demais para resistir àquilo, mas ele estava enganado. Busquei forças de onde não havia mais, tentei me arrastar o máximo para a civilização, quem sabe eu poderia encontrar pessoas boas que me ajudassem. A queimação era muito grande, mas eu não desistiria tão fácil assim.
“Avistei uma pequena cabana e tentei ficar de pé, reuni minhas últimas forças para chegar até ela. Não consegui. Quando eu estava prestes a cair, umas mãos me seguraram pela cintura e levaram-me para dentro da singela cabana. Essa é a última coisa que lembro antes de apagar.
“Acordei com uns cinco pares de olhos me observando curiosamente. Minha garganta queimou e então recebi um copinho com sangue para eu degustar. Tomei igual água, mas minha barriga ansiava por alguma coisa, ela começou a reclamar. Uma senhora me trouxe uma bandeja com pão e leite, comi tudo e ainda repeti.
“Eu estava tremendamente confusa. Não foi preciso eu me manifestar para todos os presentes perceberem que eu queria respostas. Um homem jovem e alto se ofereceu para me explicar tudo, ele era um soldado judeu, já devia estar quase saindo para a batalha e provavelmente não iria mais voltar. Fiquei inebriada com sua beleza. Era o seu pai.
“Ele me explicou que o que me atacou foi algo sobrenatural. Um vampiro. Vampiros têm o desejo sexual muito aguçado e em época de guerra piora, porque a abstinência é total. Me disse também que eu poderia ter me tornado uma vampira, mas pelo jeito que eu tinha acabado de comer, certamente eu não virara uma completamente. Os genes de vampiro não se manifestaram em mim como deviam. A princípio não entendi, mas ele me esclareceu que eu era meio vampira agora, eu precisaria de sangue, mas também poderia comer comida de humano.
“Fiquei alguns dias me recuperando, eu achei que seu pai iria embora para a batalha, mas ele dizia que só iria quando eu estivesse recuperada. Foi ele quem me curou. Ele foi tão gentil e com isso nos apaixonamos.
“Na hora dele ir embora para a batalha, foi horrível. Meu coração não podia suportar tal dor. Mas mesmo assim ele foi e levou uma parte de mim consigo. Meu amor me prometera que iria voltar e eu acreditei nele. Cada dia que se passava sem notícia era como uma morte lenta e dolorosa.
“Resolvi então ir para a minha casa rever meus pais. Chegando lá, o choque foi total. A casa estava queimada e não tinha uma alma viva no lugar. Me derramei em lágrimas, mas eu já não podia fazer mais nada. Então voltei para a casa que eu me encontrava antes, dias e dias de aflição se passavam e eu já havia perdido as esperanças de rever seu pai.
“Certo dia ele chegou e eu quase explodi de tanta alegria, mas ele estava muito machucado. Em seu pescoço tinha uma mordida em forma de lua igual a minha. Provavelmente o que atacara ele foi a mesma coisa que me atacou, mas felizmente o veneno não fez efeito nele.
“Alguns dias se passaram e eu cuidei amorosamente dele. Quando ele já conseguia falar, levantamos algumas hipóteses e descobrimos que o motivo para o exército nazista ser tão forte, era que: todos os seus soldados eram vampiros. Mas isso se contradizia, porque, se eram todos vampiros, porque eles estavam perdendo? Seu pai me revelou uma coisa jamais dita em rede nacional, uma coisa que ficou por debaixo dos panos e que esclarecia tudo.
“Os lobisomens são inimigos naturais dos vampiros e quando os vampiros estão por perto, os lobisomens se manifestam de formas inesperadas. Judeus têm no sangue genes de lobo, então todo judeu tem tendência de se transformar em lobo. Por isso que o exército nazista estava perdendo, ele tinha um concorrente à altura. Vale lembrar que há muito tempo foi os vampiros que criaram os lobisomens.
”Acabado, em parte, o terror da guerra. Conseguimos sair do país, viemos para Paris e nos casamos. Os anos se passaram e eu percebi que nem eu nem seu pai estávamos envelhecendo, seu pai por causa do lado lobo dele e eu por causa dos meus genes de vampiro. Apesar da rivalidade entre lobisomens e vampiros, o nosso amor superava isso. Passamos um tempo pensando em como seria se tivéssemos uma filha e há dezoito anos resolvemos arriscar de verdade.
“Você nasceu e nós não sabíamos o que iria acontecer com você no futuro, fomos a vários especialistas e eles nos disseram que exatamente no dia do seu décimo oitavo aniversário, você começaria um processo de transformação para ser uma lompire e é por isso que resolvemos lhe contar tudo isso agora.
“Como você já deve ter percebido, seus sentidos hoje estão diferentes, mais aguçados, mais exigentes. Eu e seu pai lhe passamos nossos genes, e ao contrário de mim, seus genes de vampiro vão se manifestar completamente e os de lobo também. Você pode se transformar em loba, pode se alimentar tanto de comida, quanto de sangue. A sua sede vai ser enorme e nós vamos trabalhar nisso para que você possa aprender a se controlar.
“Os lompires são uma raça nova, considerada no meio sobrenatural a raça mais superior que existe. É por isso que durante todos esses anos fomos tão super protetores com você, nos perdoe, mas por você ser tão perfeita, ficamos com medo de lhe acontecer alguma coisa. Só que isso vai acabar, você está indo para a Bélgica e temos que te deixar voar, eu queria que pudéssemos te manter debaixo das nossas asas para sempre, mas infelizmente isso não é possível.
“Então... Acabou! Se você nos odiar ou algo assim, iremos entender, mas era preciso lhe esconder isso até o dia de hoje, acredite, tudo foi para o seu próprio bem. Te amo!”
O DVD acabou e eu estava em estado de choque, nenhum músculo se movia, nenhuma expressão conseguia pairar sobre o meu rosto. Eu só conseguia pensar que não era humana, eu era uma lompire. Definitivamente eu não estava conseguindo acreditar, assisti o vídeo novamente mais uma quinze vezes para ter certeza de que tudo aquilo era real e não coisa da minha cabeça.
Ouvi o ronco do motor da BMW Z4 3.5 Roadster do meu pai, esse carro é perfeito e foi super caro, e coloca caro nisso. Com tantos anos de vida (agora eu pensava assim), meus pais conseguiram acumular um grande capital e agora esbanjam dinheiro a torto e a direita. Se bem que não acho isso ruim, eu me beneficio bastante com isso. Pois é, quando falo de carros e outras coisas consigo esquecer tudo, mas agora está na hora de encarar meus pais.
A porta se abriu e em meio segundo eu já estava lá em baixo. (É... Até que eu estou começando a gostar dessa história de lompire.) Nada foi pronunciado. Eu apenas os abracei forte. Minha garganta queimou, provavelmente por causa da minha mãe e do meu pai, eles tinham sangue correndo em suas veias. Senti um desejo enorme de cravar minhas armas letais em suas jugulares, mas me contive, certamente a parte humana que ainda restava dentro de mim, fazia com que eu pensasse dez vezes antes de agir, se bem que pelo que eu pude entender da fita, minha transformação ainda não está completa, então por enquanto (eu acho) não tem tanto perigo, quero só ver como vai ser depois que eu for uma completa lompire, meu Deus, o estrago vai ser geral, mas tomara que eu consiga me controlar.
- Só quero saber quando vai acabar. – disse quase em um sussurro, afastando-me para ver seus rostos.
- Oh querida! Achamos que te perderíamos. – minha mãe choramingou.
- Mãe, eu amo vocês e jamais faria qualquer coisa que pudesse lhes magoar. – consolei-a. – Agora dá para me falar quando vai acabar?
- Amanhã iremos ao médico para que ele dê o seu veredicto. – meu pai me respondeu.
- E eu vou parar de crescer?
- Sim. – meu pai falou sem emoção alguma.
- Hmmm...- murmurei. – E vocês também não sabem quando.
- Não.
Fiquei pensativa por um segundo e depois resolvi ir dar um volta, espairecer. Eu não estava com raiva dos meus pais, mas nesse momento eu me encontrava meio confusa. Entorpecida: a palavra certa para me descrever agora. Quem sabe com o tempo a ficha realmente caia.
- Não volte muito tarde, eu vou entender se você passar a noite na rua... – “O que? Meu pai falando isso? É... As coisas já estão mudando.” Pensei. – Seu médico está marcado para as 13h da tarde amanhã, tome cuidado.
Sai correndo, peguei a chave do carro e gritei da porta.
- Fiquem tranqüilos, voltarei a tempo!
Fui direto para o meu carro. Ouvir o ronco do motor foi ótimo, aquilo me invadiu, acordando-me para a vida.
Saí pela cidade, dirigindo sem rumo, com mil coisas rolando na minha cabeça, a única em que eu prestava atenção era: Lompire, lompire, lompire, lompire, lompire!
Estava tudo fechado, que pena... Mas mesmo assim, continuei dirigindo, pensando na minha vida até aqui, no que eu iria fazer, o que ainda estava por vir. Mas para que pensar nisso agora? A eternidade me esperava.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Surpresa!

Venho lhes falaar um pouquiinho da SURPRESIINHA que eu estou preparando, na verdade nãao ée tanta surpresa assim porque eu vou lhes falar o que é. Antes de falaar eu quero fazeer um PROTESTO DIRECIONADO, quero falaar para a blogueiira de PREDESTINADA, que eu a odeiio, ela ée a Thalita, eu tooh morrendo de curiosidade para sabeer qual ée a surpresa dela e jáa que eu nãao tenho a criatividade que ela tem, atée agora eu nãao consegui nem imaginar o que seja, jáa estoou quase desistindo de escreveer meu liivro por causa dela, entãao se eu paraar de postaar aqui ou algo do gênero vc's jáa tem uma pessoa para culpaar. Thalita, eu tii odeiio tanto que eu chego a te amaar, love uu' S2.

Bem... Vamos à SURPRESA, que nãao é tãao surpresa assim... Deviido a alguns pedidos, vou começaar a postaar os capítulos jáa feitos aqui, todo domingo vaai ter dois capítulos e dependendo da repercursão que dée eu posto maais, entãao por isso nãao esqueçaam de comentaar, eu preciso sabeer se meu liivro taah agradando ou desagradandoo...

Beijoos, a escritoraa!

Noviidades!


Oii... Sóo passeei hj para nãao ficaar em falta com vc's... Viim lhes diizer como anda o meu liivrinho ((bebêe/mascote))!!

Ontem fiiz maiis doois capítulos o 5 e o 6, e jáa inicieei o 7... Agoora que o negóciio vaai fiicar CALIENTE, ou como vc's quiserem chamaar... Creeiio que quando o negóciio fiicaar misteriioso vc's vãao piiraar e nãao vãao conseguiir paraar de leer, pelo menoos eu esperoo que sejaa assim, hihii...

Beijinhos, a escriitora!!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Prefácio ((sóo o gostiinho))

Vampiros: mortos-vivos; donos de uma aparência incrivelmente bela; pele gelada e pálida; traços perfeitos; dez vezes mais rápidos; alguns são especiais, com poderes invejáveis; seus olhos mudam de cor de acordo com o seu estado de espírito, as cores mais perceptíveis são: dourados, vermelhos e negros como o ébano. Dourados: acabaram de se alimentar, por tanto sua sede está razoavelmente controlada. Vermelhos: prontos para atacar ou quando ainda são recém-nascidos. Negros: estão com sede, geralmente ficam bem nervosos e estressados devido o grande desejo de sangue eu invade o seu corpo. Prata perfura a sua pele, uma das poucas coisas a que eles são frágeis; podem induzir os humanos fazerem o que eles desejarem, e finalmente, o que muitas pessoas têm dúvidas: Do que eles se alimentam? Sangue.

Lobisomens: ao contrário do que muitas histórias relatam, lobisomens não se transformam apenas em noites de lua cheia. Quando estão irritados ou quando apenas querem se divertir, eles se transformam. Algumas vezes o desejo da mudança é tão grande que chega a ser incontrolável. Sua temperatura pode chegar a 50ºC; param de crescer, mas não há época estimada; comem tanto comida de humanos, como uma indefesa presa; têm um poder de alto regeneração incrível, caso sejam feridos, pode ocorrer a cicatrização completa em aproximadamente meia hora, dependendo da extensão do machucado, e para transformarem um humano, assim como os vampiros, basta apenas mordê-lo.

Vampiros e lobisomens, duas raças distintas, dois mundos distantes e inimigos mortais. Surge no ar, uma questão intrigante: O que sairia da junção dessas raças?